:: Portal da Radiologia ::

:: Portal da Radiologia ::


Aprenda a realizar o auto-exame das mamas

Posted: 26 Feb 2015 06:00 AM PST

mamaÉ constatado que  a manifestação do câncer de mama, de uns tempos pra cá, tornou-se cada vez mais frequente na vida da mulher. Para se ter uma idéia, nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMC).

Isso lhe atribui o status de doença que mais causa a morte em mulheres, principalmente em países ocidentais.

Portanto, toda mulher deve ficar atenta e conhecer muito bem o que se passa com o seu corpo. Uma das formas de fazê-lo, então, é a realização do auto-exame das mamas.

O auto-exame permite perceber alterações nas mamas. Ao realizar a técnica, deve-se atentar a existência de Caroços (nódulos), abaulamentos ou retrações da pele e do complexo aréolo-mamilar (bico do seio) ou secreções mamilares existentes.

O auto-exame deve ser realizado uma vez a cada mês, na semana seguinte ao término da menstruação. As mulheres que não menstruam devem fazer o auto-exame no primeiro dia do mês.

É importante ressaltar que a mamografia e o exame clínico das mamas são os únicos meios efetivos de detecção precoce do câncer de mama. A técnica do auto-exame é importante para que a mulher apenas conheça o próprio corpo.  Caso se desconfie de algo, portanto, é fundamental que se procure ajuda médica (especificamente falando, o mastologista, que é o médico especialista em mamas).

Como e quando fazer?

nochuveiroExamine suas mamas durante o banho, pois as mãos escorregam mais facilmente sobre a pele molhada. Com a mão aberta, coloque os dedos indicador, médio e anelar sobre a mama e deslize-os suavemente em movimentos circulares por toda a mama. Utilize a mão direita para examinar a mama esquerda e a mão esquerda para examinar a mama direita.

diantespelhoInspecione suas mamas com os braços abaixados ao longo do corpo. Levante os braços, colocando as mãos na cabeça. Observe se ocorre alguma mudança no contorno da pele das mamas ou no bico. Repita a observação, colocando as mãos na cintura e apertando a mama.

deitadaDeite-se de costas sobre um travesseiro ou almofada. Coloque a mão direita atrás da cabeça. Com os dedos da mão esquerda, pressione suavemente a pele da mama direita, com movimentos circulares, como no exame feito no chuveiro. Agora, repita com a mão direita o exame da mama esquerda.

secrecaoFinalmente, esprema o mamilo delicadamente e observe se sai qualquer secreção. A observação de alterações cutâneas ou no bico do seio, de nódulos ou espessamentos, e de secreções mamárias não significa necessariamente a existência de câncer, mas deve motivá-la a procurar esclarecimentos com o mastologista.

Fonte: http://www.imaginologia.com.br/extra/upload%20publico%20geral/Auto-exame-das-Mamas-Cancer-de-Mama.pdf acessado em 26/02/2015 as 11:00 horas

Radiologia Intervencionista: Desobstruir artérias ficou mais fácil

Posted: 26 Feb 2015 05:58 AM PST

desobstruir_arterias

Do combate à doença arterial periférica ao tratamento de miomas, a radiologia intervencionista tem cada vez mais indicações.

Uma boa notícia para quem sofre de doença arterial periférica: a radiologia intervencionista está ajudando os pacientes com obstrução das artérias e veias a recuperarem a circulação.


Essa doença ataca as artérias, geralmente fazendo com que placas de gordura se acumulem, diminuindo o calibre e consequentemente a passagem do sangue no local. E a doença é séria: está provado cientificamente que pacientes com problemas de circulação do sangue têm maior risco de ter problemas graves do coração, aumentando inclusive o risco de morte.


O problema atinge todas as artérias do pescoço, principalmente as das pernas, do rim e da barriga – a conhecida aorta. Nela, além da obstrução, o que comumente ocorre é a dilatação, chamada de aneurisma de aorta, que nada mais é que uma fraqueza da parede do vaso sanguíneo e quando rompe é fatal, devido à grande perda de sangue.


Já a obstrução da artéria renal, por exemplo, causada pelo acúmulo de cálcio e gordura, pode causar hipertensão arterial de difícil controle e sobrecarrega as artérias do coração, trazendo graves riscos.


Os principais sintomas da doença vascular periférica podem ser sentidos no dia-a-dia. De acordo com Alexander Ramajo Corvello, radiologista intervencionista do Instituto de Radiologia Intervencionista do Paraná (Inrad), a vida sedentária aliada a uma alimentação rica em gorduras é a combinação perfeita para propiciar o congestionamento das artérias. Se, além disso, a pessoa fumar, o risco de desenvolver o problema é multiplicado. “É preciso passar por exames de rotina e mudar os hábitos alimentares, pois a falta de circulação pode levar a pessoa à morte”, alerta o especialista.

Angioplastia

Muitas vezes, porém, só é possível saber da existência do problema após a realização de exames. Corvello adverte que alguns sintomas podem ser sentidos durante uma caminhada, por exemplo. Se a pessoa sente muitas dores nas pernas ao caminhar, deve ficar alerta. Também devem se preocupar pessoas com falta de sensibilidade nas pernas, sensação de pernas frias, alteração da coloração da pele, perda da força nos braços ou com a presença de feridas de perna que dificilmente cicatrizam. Estes podem ser alguns indícios de doença arterial periférica, e todos estes sintomas podem ser provenientes de artérias “entupidas”.


Para o especialista, é possível controlar a doença na maioria dos pacientes. Além do tratamento medicamentoso, os procedimentos da radiologia intervencionista têm trazido benefícios comprovados cientificamente. Na intervenção é feita uma angioplastia para dilatar as artérias e implantado o stent (pequena prótese metálica tubular), que fica por dentro da parede da artéria, desobstruindo-a e estabilizando o fluxo sanguíneo. Minimamente invasivo, este procedimento é realizado através de uma pequena incisão na virilha.


Em relação ao cérebro, as estatísticas médicas apontam a falta de circulação cerebral como sendo a maior causa de sequelas e morte de pacientes no mundo moderno. A obstrução das artérias carótidas também pode ser evitada com a angioplastia, que apresenta baixos índices de complicações (em torno de 1 a 2%) devido ao avanço dos materiais que hoje são utilizados.
Um desses materiais é filtro de proteção, que faz com que o paciente esteja protegido de eventuais deslocamentos de placas para a circulação do cérebro durante o procedimento de angioplastia. Este filtro funciona com um pequeno coador que deixa apenas sangue passar, barrando eventuais fragmentos da placa de gordura calcificada.


Em todos estes procedimentos o médico é guiado por imagens geradas pelo equipamento de arteriografia digital, que possui altíssima definição e permite enxergar as artérias e veias através de imagens de raios-X dinâmico, propiciando a segurança necessária para a realização dos tratamentos.

Miomas: nem sempre é necessária a retirada do útero

A radiologia intervencionista também auxilia no tratamento de miomas uterinos. A técnica, conhecida como embolização, elimina miomas e preserva o útero, além de ser minimamente invasiva.

Alexander Corvello comenta que a técnica de embolização tem ação contrária à aplicada para as doenças vasculares periféricas. Nesses casos, é preciso obstruir as artérias para impedir o fluxo sanguíneo e parar de nutrir os miomas. “É uma técnica segura e eficaz, que existe desde 1979 e é aplicada para tratamento de miomas desde 1995. Com certeza, uma alternativa efetiva para as pacientes que querem tratar o problema sem precisar retirar o órgão”, explica o médico. Assim, mesmo após o tratamento é possível engravidar e a feminilidade é preservada.


Dr. Corvello realiza a embolização uterina para miomas desde 2001. Este é um dos tratamentos reconhecidos no rol de procedimentos médicos da Agência Nacional de Saúde, principal órgão regulador do Ministério da Saúde. O procedimento consiste num corte de no máximo dois milímetros na região da virilha, por onde se introduz um fino tubo até as artérias uterinas. Depois de localizados os miomas, são injetadas micropartículas plásticas através do tubo para obstruir as artérias a seu redor. “Assim, as artérias do útero não 'alimentam’ os miomas e eles param de crescer”, esclarece o especialista.


A embolização do mioma do útero é um tratamento não-cirúrgico que leva, em média, uma hora. Não há cortes grandes nem profundos, por isso não causa agressão ao organismo. O radiologista ressalta que o procedimento não interfere nas funções normais do útero, que passa a ser nutrido por circulações colaterais, mantendo sua vitalidade. A realização da embolização uterina é indolor, pois não há terminais de dor no interior das artérias. O material utilizado para obstrução das artérias é um produto sintético utilizado há mais de 35 anos na medicina e que não provoca rejeição do organismo humano.

Doença silenciosa

Dr. Alexander destaca a importância de as mulheres se informarem sobre a embolização antes de se submeterem a uma cirurgia para a retirada do útero. “Hoje, a medicina disponibiliza técnicas modernas e seguras que preservam o útero da mulher e, consequentemente, a feminilidade”, assegura o médico, salientando sobre a necessidade de mais informação e esclarecimento para a população feminina.


A embolização uterina proporciona mais qualidade de vida, mais saúde e disposição às mulheres que sofrem de miomas. A técnica controla os sintomas, como hemorragias e dores, que algumas vezes afetam quem sofre com o problema. As causas ainda não são completamente conhecidas, mas acredita-se que a predisposição genética pode ter alguma influência na sua incidência.

Dr. Alexander Ramajo Corvello, radiologista intervencionista do Instituto de Radiologia Intervencionista (Inrad)


Fonte: Instituto de Radiologia Intervencionista do Paraná

http://inrad.com.br/index.php/Radiologia/-Radiologia-Intervencionista-Desobstruir-arterias-ficou-mais-facil.html

Acessado em 26/02/2015

:: Portal da Radiologia ::

:: Portal da Radiologia ::


Carreira – Perito Criminal

Posted: 20 Feb 2015 03:56 AM PST

Conheça tudo sobre esta carreira, assista a estes três vídeos que irão mostrar com detalhes esta área tão pouco conhecida.

Carreira – Perito criminal (1/3)

Carreira – Perito criminal (2/3)

Carreira – Perito criminal (3/3)

Imagem: http://alicemarques.wordpress.com/2011/04/29/pericia-criminal/ Acessado em 26/09/2011 as 12:35.

As diferenças entre PET CT e Pet Scan

Posted: 20 Feb 2015 03:50 AM PST

Em alguns locais o exame é descrito como PET/CT , em outros como Pet Scan. Qual a diferença? Qual o termo correto? Veja a nota esclarecedora da Sociedade Brasileira de Biologia, Medicina Nuclear e Imagem Molecular sobre estas questões e como deve ser atendido.


PET/CT é o mais novo procedimento de Medicina Nuclear a ser incluído no ROL de
procedimentos aprovado pela ANS. Nessa lista esse exame foi referido com o nome "PETScan".

Algumas pessoas, por ignorância ou má-fé, têm sugerido que PET/CT e PET-Scan são
procedimentos diferentes.

PET/CT e PET-Scan são atualmente considerados sinônimos já que, há vários anos, não
mais existe em nenhum local do mundo a fabricação de equipamentos PET simples (sem CT).

No Brasil, praticamente todo o parque instalado de PET-Scans corresponde a equipamentos
PET/CT.

Por uma questão técnica toda imagem PET necessita obrigatoriamente de um tipo de
correção chamada "correção de atenuação". Sem isso, as imagens perdem qualidade e não
podem ser quantificadas (não pode ser feito o cálculo do "SUV"). Nos equipamentos PET/CT a
correção de atenuação é feita a partir das imagens da CT (Tomografia Computadorizada).

Além disso, dados adicionais importantes para o diagnóstico são fornecidos através da análise
simultânea das imagens da PET e da CT .

Portanto, a suposição de alguns de que seria possível produzir uma imagem com
qualidade aceitável e com quantificação sem utilizar o componente CT dos atuais PET-Scans
(que são os PET/CTs) é totalmente absurda e só pode ser atribuída a pessoas que não tenham
um mínimo conhecimento técnico da área.

Devido ao exposto e em concordância com a tabela CBHPM que propõe no PET
dedicado oncológico (4.07.08.12-8) a cobrança da TC para PET dedicado oncológico
(4.10.01.22.2), a SBBMN vem a público prestar estes esclarecimentos sobre o exame PET/CT e se coloca à disposição dos interessados para dirimir quaisquer dúvidas técnico-operacionais adicionais.

DIRETORIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE BIOLOGIA
MEDICINA NUCLEAR E IMAGEM MOLECULAR

Fonte: http://www.radiology.com.br/materias/rad_materias.asp?flag=1&id_materia=952 Acessado em 16/05/2011 as 12:09.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...